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Finanças pessoais
A casa pode olhar o mesmo dinheiro, cada um com a própria senha
Tem casa em que uma pessoa só prefere olhar o próprio dinheiro, em silêncio. Tem casa em que o salário de um, o cartão de outro e as contas de todo mundo precisam aparecer juntos. Os dois jeitos são legítimos. O que cansa é descobrir a fatura tarde, numa conversa sem número.
Sozinho, o acesso é só seu
Na conta pessoal do CONVERI, você entra com o seu e-mail e a sua senha. Caixa, bancos, cartão, investimento e contas a pagar ficam nessa leitura. Ninguém mais entra, a menos que você convide.
Quando a casa senta junto
O convite vai por e-mail. Cada pessoa cria a própria senha. Todo mundo vê o mesmo dinheiro: caixa, bancos, cartão, contas e os sonhos. A casa cabe nessa conta. Você escolhe quem entra.
Isso ajuda numa cena comum. Um dos dois pagou a escola. O outro olha o aplicativo do banco e acha que o mês está inteiro. No mesmo lugar, os dois veem a conta a pagar, a fatura e o que ainda vai entrar. A conversa deixa de ser sobre memória e passa a ser sobre o mês.
Os sonhos também ficam visíveis para quem foi convidado. A reserva e a viagem deixam de ser um plano guardado na cabeça de uma pessoa só.
A mesa com um papel na mão
Quando for sentar para ver o mês, o relatório sai em PDF ou em Excel. Dá para deixar o celular de lado e olhar a mesma página. O plano orçamentário, se a casa quiser combinar quanto entra e quanto sai, compara o combinado com o que aconteceu.
Começar não pede senha de banco, cartão de crédito nem CNPJ. São 30 dias grátis, sem cobrança automática. Se fizer sentido continuar, o plano mensal pode ser cancelado, e a cobrança desse ciclo é no cartão ou no boleto.
Clareza na gestão, tranquilidade na liderança.
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